Cascudo em campo e na vida, Roger tem mais um grande desafio pela frente

A vida pregou uma peça em Roger quando o atacante vivia o melhor momento de sua carreira. Aos 33 anos, o atacante foi diagnosticado com um tumor renal quando enfim tornou-se protagonista em um grande clube. Camisa 9 do Botafogo, 17 gols na temporada ? 8 deles em clássicos -, firmou-se como titular e destaque em um ano intenso de emoções para os alvinegros.
Roger, no entanto, parece pronto para superar mais esse desafio. Uma gíria do futebol descreve bem o camisa 9: cascudo. Em campo e na vida. Há sete anos superou problemas com álcool e recentemente deu a volta por cima na carreira após cogitar em abandonar o esporte.

Em 2017, encantou o Brasil com a história da filha Giulia, de 11 anos. Deficiente visual desde que nasceu, a menina foi diagnosticada aos três meses de idade com Displasia Septo-Óptica, raro transtorno caracterizado por malformações da linha média do sistema nervoso central.
Roger Giulia Botafogo x Avaí ( Tanto sofrimento e superação na vida e na carreira fizeram de Roger um dos líderes do atual Botafogo. Um time marcado pela garra em campo, mas, acima de tudo, por grandes pessoas. Neste sábado, a notícia do tumor voltou a comover o mundo do futebol. No entanto, com tanta bagagem, a doença há de ser apenas mais um obstáculo a ser superado na vida do atacante.
Roger: 17 gols no ano, oito deles em clássicos (