Corpo da matriarca da família "Maia Vasconcelos" de Riacho dos Cavalos, foi sepultado na manhã desta segunda-feira

Maria Alves Maia, morreu aos 100 anos de idade Morreu neste domingo (19), na cidade de Riacho dos Cavalos (PB), aos 100 anos, Maria Alves Maia, mais conhecida por Dona Maria Maia, viúva de Epitácio Maia de Vasconcelos, e matriarca da família ‘Maia Vasconcelos’.

 

O velório aconteceu em Riacho dos Cavalos, e na manhã desta segunda-feira (20), foi celebrada uma missa de corpo presente, na Matriz de São Francisco de Assis, e em seguida o corpo da matriarca foi sepultado no jazigo da família, no cemitério público de Riacho dos Cavalos.

 

Uma vida dedicada a família

 

Maria Alves Maia nasceu no dia 12 de julho de 1914, no Sítio Poço, município de Brejo dos Santos (PB). Filha de José Pedro Neto e Maria Francisca da Paixão. Não conheceu a sua mãe, o pai veio a falecer quando ainda era uma criança. Após o falecimento do seu pai, a menina Maria foi adotada pelo casal, Deca da Silva e Amonária, que residiam em Catolé do Rocha (PB).

 

Ao completar 14 anos de idade, casou-se com Epitácio Maia de Vasconcelos, no ano de 1928, e logo passou a residir em Riacho dos Cavalos, vilarejo que viu crescer, virar cidade, e onde passou a maior parte de sua vida, inclusive até os dias de hoje.

 

Fruto do enlace matrimonial de Maria Alves e Epitácio Maia nasceram 13 filhos: Oneide (In memória), Eunápio (In Memória), Eutrópio, Eunice (In Memória), Eutácio (In Memória), Eucí, Eudes, Euclides, Enéas, Euraci, José, Epitácio Filho e Euriete (In Memória), que ao passar destes 86 anos deram origem a uma árvore genealógica com 212 integrantes, sendo: 10 noras, 02 genros, 76 netos, 110 bisnetos, e 14 tataranetos.

 

Uma vida de lutas e perseveranças

 

Ainda no curso da vida familiar, perdeu o companheiro, o amigo, o braço forte. Epitácio Maia de Vasconcelos, que dedicou toda a sua existência, ao trabalho, a família e aos amigos. Por muitos anos também exerceu a profissão de enfermeiro do povo, ajudando a salvar vidas, sem olhar a quem. Seu Epitácio faleceu em 12 de abril de 1987, aos 94 anos, deixando ao comando da matriarca, a missão de comandar o barco a diante.

 

Como guerreira e perseverante seguiu com muito trabalho e dedicação, orientando e conduzindo a família, a caminhar adiante.

 

Sempre presente, e ao lado da prole, viu a família crescer, se multiplicar, e dar vida as gerações seguintes. Assim como também, viveu a perca, os momentos de dor e de aflição, quando da morte de seus cinco filhos.

 



 

 

 

 

 

Por Humberto Vital



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