Deputado Aguinaldo Ribeiro é denunciado por suposta prática do delito de associação criminosa

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, denunciou o líder do Governo Temer na Câmara Federal, Aguinaldo Ribeiro (PP), por suposta prática de associação criminosa.
Na mesma ação, Fachin determinou que a defesa do paraibano apresente resposta à acusação, nos termos do artigo 4º Lei 8.038/1990, no prazo comum de 15 dias. Além de Aguinaldo, foram denunciados Arthur César Pereira de Lira, Benedito de Lira, Ciro Nogueira Lima Filho, Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva, Francisco Oswaldo Neves Dornelles, João Alberto Pizzolatti Junior, José Otávio Germano, Luiz Fernando Ramos Faria, Mário Silvio Mendes Negromonte, Nelson Meurer e Pedro Henry Neto.  Na mesma decisão, o ministro Fachin acolheu ainda o pedido feito pela Procuradoria Geral da República, ainda sob  o comando do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, para que fosse aberto novo inquérito para investigar parlamentares pelos delitos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por supostos repasses indevidos de recursos pelo grupo Queiroz Galvão a congressistas, por intermédio do Diretório Nacional do PP, em diversas datas de 2010. O inquérito recebeu o número 4631. Neste caso, serão investigados Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro, Arthur Cesar Pereira de Lira, Ciro Nogueira Lima Filho, Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque e Silva, Francisco Oswaldo Neves Dornelles, Waldir Maranhão Cardoso, Simão Sessim, Roberto Egídio Balestra, Jerônimo Pizzolotto Goergen e Luiz Fernando Ramos Faria e Mario Silvio Mendes Negromonte Junior.


Supremo Tribunal Federal