Luciano Cartaxo afirma receber convites para visitar cidades do interior, mas que seu futuro político será definido em 2018

Apesar de ainda não ter decidido se vai ou não disputar o governo da Paraíba no próximo ano, o prefeito de João Pessoa não esconde de ninguém que vem recebendo convites para visitar cidades paraibanas. Nesse fim de semana ele esteve participando de eventos em duas cidades da Zona da Mata Paraibana.

Cartaxo afirma que mesmo com agenda fora da Capital continuará trabalhando pelo município, mas focando nos resultados. “A gente tem recebido o convite de diversos prefeitos do interior do Estado, tenho participado de algumas atividades nesse sentido. Mas, eu procuro trabalhar, focar nos resultados da nossa gestão, um trabalho reconhecido recentemente pelo povo de João Pessoa , em relação ao processo eleitoral do ano passado, isso foi fruto de muito trabalho diário e permanente”.

O prefeito ressalta que continuar mantendo o ritmo da gestão municipal não lhe impede de pensar no próximo ano. “Eu vou trabalhar muito em 2017, com esse foco de superar esse momento difícil que passa o país, na economia. Isso não impede da gente ouvir sugestão, de dialogar, nós estamos filiados a um partido político, mas com muita sinceridade 2017 é 2017, a hora de discutir será em 2018”.

Luciano também lembra coalizão feita pelo PSD com mais 11 partidos para sua disputa à reeleição . “Os partidos aliados também tem grandes quadros, então vamos conversar, o partido vai discutir e vamos ter oportunidade de opinar. Afinal, o PSD também tem grandes quadros, nós tivemos Lucélio Cartaxo que teve meio milhão de votos, então, vamos conversar e vamos chegar ao momento de fazer essa leitura com mais objetividade”.

Sua intenção nesse momento é apresentar resultados concretos em sua gestão municipal. “Agora nosso objetivo é cuidar das pessoas, que é uma marca da nossa gestão, apresentando obras que mudam a vida da população. Como por exemplo as UPAs, a rede de creches que nós montamos na cidade, as praças, o Parque da Lagoa, ou seja, investimentos na qualidade de vida. Quando chegar 2018 a gente vai responder essas questões.”