Prefeitura de Conde restabelece a legalidade e avisa aos navegantes que entrada em Tambaba tem que obedecer ao que determina a Lei; decretado o fim das caminhadas ecológicas pela praia

Prefeitura de Conde restabelece a legalidade e avisa aos navegantes que entrada em Tambaba tem que obedecer ao que determina a Lei; decretado o fim das caminhadas ecológicas pela praia Rosana Diniz recebe certificado da Anda Brasil para atropelar leis do município de Conde


Agora é oficial: as tão polêmicas caminhadas ecológicas por dentro de Tambaba estão terminantemente proibidas e quem quiser entrar terá que se submeter ao que determina a Lei votada e aprovada pela Câmara Municipal de Conde e que vinha sendo acintosamente desrespeitada por pequenos grupos de oportunistas, acostumados aos desmandos e a desorganização que imperavam em gestões passadas e dos quais se fartavam e tiravam proveito.

Focada nos princípios republicanos, a gestão de Márcia Lucena começou fazer imperar a Lei em Conde, estancando o ímpeto (anarquista e afrontoso) de grupos que se intitulavam representantes e integrantes de entidades, cuja constituição jurídica não atende aos requisitos legais e cujos fins nunca foram devidamente esclarecidos e cuja participação tumultuava mais do que contribuía.

Nesta quinta (2), em entrevista exclusiva ao Jampanews, o secretário de Turismo de Conde, Aristóteles Souto Maior, anunciou, em tom peremptório, que as invasões ilegais, sob qualquer pretexto, da área de nudismo, serão coibidas com o rigor da Lei, e, caso se faça necessário, com a intervenção policial, assegurando que a prefeitura não mais vai tolerar esse desrespeito à legalidade cujos ditames estão estampados na porta de entrada de Tambaba e que terão de ser obedecidos por todos sem distinção.

Essa Lei que criou Tambaba e suas regras de funcionamento foi votada e sancionada há mais de uma década, porém, vinha sendo impunemente afrontada por uma entidade ilegal denominada SONATA cujo CNPJ está suspenso de acordo com a Receita Federal por pendências ainda não sanadas pelos responsáveis e cuja ação na praia comprova a vocação para a ilegalidade e para o achincalhe aos princípios básicos das regras sociais, que a todos submete, ao propagar e estimular a desobediência acintosa ao estabelecido pelas regras do naturismo praticado em Tambaba.

Nesta quinta-feira, 02 de fevereiro, a gestão socialista virou uma página da história do Conde ao retomar as rédeas do poder e mudar o curso dos acontecimentos ao interferir como autoridade legalmente constituída e democraticamente eleita na vida do município restabelecendo o que diz a Lei e pondo um fim aos desmandos praticados por pessoas que sempre se comportaram como se donos da praia fossem.

Ninguém daqui para frente poderá invadir a praia afrontando o que determina a Lei votada pela Câmara Municipal e que ainda permanece como Lei, apesar de contraria interesses pessoais. Nenhum argumento terá prevalência sobre a Lei que rege a praia, adverte o secretário Souto Maior, sob pena de o infrator responder de acordo com a legislação vigente.

A postura do secretário Toti Souto Maior pode parecer uma coisa trivial, redundante até, mas a proibição e a restauração da legalidade tem uma consequência vital para Tambaba cujo maior atrativo é e sempre foi a nudez obrigatória ameaçada pela Sonata cujo presidente, um oficial superior da PM, assumidamente gay, major Alex, vinha afrontando a Lei naturista da praia, inclusive recorrendo à força policial do estado para intimidar e reprimir os que se colocavam contra sua inciativa de abrir a praia para todos, particularmente para homens desacompanhados, num flagrante desrespeito a tudo que estabelece as regras do naturismo em vigor em Tambaba.

O major Alex não estava só nessa desobediência e nesse desrespeito as regras do naturismo paraibano; ele recebia estímulo e apoio de um casal estabelecido com pousada e restaurante localizado na praia de Arapuca, próxima a Tambaba, e cuja atividade teria que ser fiscalizada pelas autoridades competentes tantas as irregularidades do estabelecimento que funciona sem CNPJ, sem Alvará e sem obedecer rigorosamente o que determina a Vigilância Sanitária a começar pela presença de animais domésticos no interior e no entorno do restaurante, o que se configura causa para interdição do local.

A dupla de empresários organizava as caminhadas e propalava a iniciativa chamando curiosos para participar do evento ecológico cuja publicidade na internet ressaltava que o trajeto incluía um passeio pela “área proibida” de Tambaba num acinte que causou estarrecimento ao secretário de turismo .

O casal e o major presidente da Sonata não só cometiam um crime como estimulavam outras pessoas a cometê-lo sendo necessário para isso pagar pelo menos R$ 55,00 com direito a um delicioso almoço preparado pelo “chef” Bilú no estabelecimento de sua propriedade, denominado a Arca de Bilu. Algo tão estarrecedor, que causou perplexidade e indignação às autoridades constituídas, incluída o secretário de Comunicação do Estado, Luis Torres,que sugeriu ao Comando Geral da corporação,uma avertência ao PM.

Diante de postura tão acintosa, elas resolveram coibir de imediato a imoralidade e agora é de fato e de direito crime entrar vestido em Tambaba, e quem cometê-lo responderá na forma da Lei seja major ou não. Entidades Alienígenas O que causou ainda mais estarecimento ao secretário de Tursimo de Conde foram as alegações e argumentos utilizados pelos infratores para desrespeitarem as leis instituidas pela Câmara Municipal de Conde.

De acordo com a justificativa da guia que se intitula membro da Anda Brasil, ela recebeu diploma da entidade que a credenciava realizar as caminhadas por dentro de Tambaba, o que significava dizer, afinal, que a entidade originada na França e tida como um ente não governamental teria mais poderes do que a Câmara Municipal da cidade paraibana e, por isso ela se sentia a vontade para atropelar a legislação local e ignorar as leis municipais, numa postura que revelaria má fé ou ignorância extremada.

Outra justificaativa levantada e apresentado por ela e pelo major Alex é que, ambos são filiados a Federação Nacional de Naturismo , o que também daria suporte para o atropelo das leis do município, respaldados pelo argumento de que a tal federação teria ingerência e autoridade para revogar a Lei em vigor. Como tanto o major e a guia são filiadas a SONATA, cujo CNPJ está cancelado por pendência ainda não sanadas junto a Receita Federal, não seria possível participarem da eleição para diretoria da Federação Nacional, que ocorre neste final de semana e cujo estatuto exige que as afiliadas estejam enquadradas no que estabelece a legislação vigente, ou seja: que estajem em dia com suas obrigações como entidades legalmente constituidas, o que não é o caso da Sonata.

Portanto, o major que já se encontra por lá como naturista estaria impedido de votar como presidente da SONATA, para não abrir brecha para impugnação de uma eleição de tanta abrangência já que sua entidade não atende a esses requisitos básicos e legais. Mas como a federação não tem essa representatividade toda que alardeia é possível que essas infrações sejam ignoradas e o major termine por votar. De tão desorganizada e passional, a Federação não tem entre suas afiliiadas, os dois maiores redutos naturistas do país - Tambaba, no Conde, Paraíba, e a Praia do Pino, em Camburiu, Santa Catarina.
Página virada deste folhetim.
Redação